Leitura do pedido
Lemos junto o que chegou e traduzimos item a item para o vocabulário da casa.
Lista traduzida
Somos um escritório de consultoria em controle interno e proteção de dados. Levantamos as operações de tratamento, escrevemos as políticas e o registro de riscos e, principalmente, preparamos a empresa para o que tem data marcada: auditoria de cliente, questionário anual de fornecedor, conferência antes de uma sociedade. Montamos a pasta de evidências, treinamos quem vai receber a visita e deixamos por escrito o que ainda falta, com nome e prazo.

Quem já tem documento pronto contrata só os dois últimos; quem está começando contrata os seis na ordem em que aparecem. O escopo e o calendário ficam escritos na ata do primeiro encontro.
Levantamento de onde a empresa recolhe, guarda e envia dado pessoal, com finalidade, base legal, acesso e prazo de guarda de cada operação. É a base de todas as respostas que virão depois.
Política de privacidade interna, regulamento de acesso por função e tabela de prazos de guarda, escritos no mesmo formato dos documentos que a empresa já assina e arquiva.
Pontos frágeis ordenados por gravidade e o que não deu tempo de resolver declarado por escrito, com responsável, prazo e a frase que a empresa usa para explicar a situação na visita.
Varredura do arquivo, separação em três montes — serve, precisa de ajuste, não existe — e uma pasta por assunto com documento vigente, data de revisão, responsável e prova de aplicação.
Quem vai receber o auditor passa pelas perguntas prováveis e responde em voz alta. No mesmo serviço entram as respostas ao questionário anual, com a fonte de cada item.
Duas horas com a equipe de atendimento e administração, mais o roteiro de recebimento de pedidos de titulares, com formulário, prazo interno e caderno de registro.
O calendário é montado de trás para a frente, a partir do dia marcado.
Lemos junto o que chegou e traduzimos item a item para o vocabulário da casa.
Lista traduzida
Percorremos pastas, sistemas e gavetas atrás do que já existe e responde.
Inventário do que existe
Separação entre o que serve, o que precisa de ajuste e o que falta escrever.
Quadro de situação
Um assunto por pasta, com documento vigente, data, responsável e evidência.
Pastas montadas
Perguntas prováveis respondidas em voz alta por quem vai receber a visita.
Roteiro de respostas
Entrega comentada do material e do que ficou aberto, com prazo para cada linha.
Plano de pendências
Conforme o tamanho do pedido que chegou e o tempo até a data.
Recolhidos depois da visita e publicados com autorização de quem contratou.
Achávamos que não tínhamos nada. Na varredura apareceram onze documentos prontos, só que espalhados por quatro setores diferentes.
O questionário chegava todo ano e travava a equipe. Agora existe uma pasta com a fonte de cada resposta, e o preenchimento leva uma tarde.
O ensaio foi a parte que mais valeu. Descobri em voz alta que não sabia explicar o prazo de guarda dos nossos registros.
Pediram uma lista de acessos que nunca tinha sido feita. Em duas semanas ela existia, com responsável por sistema.
O que mais me marcou foi terem escrito o que ainda faltava, em vez de empurrar para debaixo do tapete.
Cada pasta tinha a data da última revisão na capa. O auditor comentou isso antes de abrir qualquer uma delas.
Respostas diretas, na ordem em que as dúvidas costumam chegar.
Dá, e o formato muda: entram a varredura, os três montes e a montagem das pastas, e o que não couber fica escrito como pendência com prazo. Isso é melhor recebido do que uma pasta improvisada.
Preenchemos junto, com a fonte de cada resposta anotada ao lado. Quem assina é sempre alguém da empresa, porque é quem responde pelo conteúdo.
Fica registrado, com a descrição do que foi encontrado e o que já está sendo feito. A direção decide como tratar; nós escrevemos o que aconteceu e quando.
No formato de plantão, sim: alguém do escritório fica presente ou disponível por chamada durante a visita, para achar documento e anotar pedidos novos.
Uma pessoa de contato, quem cuida do arquivo, informática e quem vai receber a visita. São quatro agendas, e o calendário sai na primeira reunião.
Acaba a parte contratada. O que fica é o plano de pendências, e muita empresa volta a chamar meses depois para fechar as linhas que sobraram.
Na primeira conversa lemos o que foi pedido e dizemos, ainda ali, o que dá para ter pronto até a data e o que vai ficar como pendência escrita.
Diga quem pediu, o que foi pedido e para quando. Com isso já conseguimos responder o que cabe no prazo.
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